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O que fazer em ocorrência com grandes felinos

A mera visualização de felinos não representa conflito ou ameaça às pessoas. Pode ser um animal apenas de passagem ou de espécie incapaz de atacar a criação doméstica, como, por exemplo, gato-do-mato de pequeno porte que, avistados à noite, de longe ou de relance, são facilmente confundidos com onças. Deve-se evitar a todo custo pânico da população e sensacionalismo da imprensa;

Casos de ataques fatais causados por onças a seres humanos são extremamente raros, e a grande maioria dos ataques em que uma pessoa sai ferida acontece durante a atividade ilegal de caça, quando o animal está sendo perseguido, está acuado ou ferido ou com filhotes, por instinto de proteção;

Medidas simples previnem o risco de alguém ser atacado: não caminhar sozinho em matas, principalmente no início da noite e ao alvorecer; não deixar crianças pequenas sozinhas nas propriedades ou brincando nas matas – nesse caso por outras razões de segurança que não o risco de ataques de onças;

Havendo um problema com onças, analisar as possíveis causas que as estão levando a atacar os animais domésticos para encontrar a melhor solução possível;

Pesquisar se existe a prática de caça na região, pois a fome pode estar obrigando as onças a procurar animais domésticos, uma vez que as suas presas naturais (tatu, paca, veado, queixada) estão sendo caçadas;

Assim que surgir um “problema” ou dúvidas, procure imediatamente a orientação ou auxílio das autoridades (IAP, IBAMA ou PARNA Iguaçu/ICMBio). Nunca tente, por conta própria, matar ou capturar um carnívoro silvestre que esteja causando problemas. É muito perigoso, além de ser um crime ambiental;

É muito importante que a onça seja espantada do local, portanto, em situações que for mesmo necessário andar nas trilhas, leve sempre “bombinhas” ou, melhor ainda, uma buzina de ar comprimido, para o caso de encontro.